As vinte e sete disciplinas que serão ofertadas e seguem abaixo, serão ministradas às
sextas - feiras à noite e aos sábados pela manhã e a tarde.
| Disciplinas |
C.H. |
1. APONTAMENTOS ARQUEOLÓGICOS SOBRE A HISTÓRA DAS IMAGENS
EMENTA
Compreender, por meio de apontamentos arqueológicos sobre dado tema, de que modo as imagens foram se apresentando no tempo e no espaço, revelando culturas humanas e indicando, na modernidade, necessidades prementes de leitura e análise das mesmas.
BIBLIOGRAFIA
BURKE, Peter. Testemunha ocular: história e imagem. Tradução de Vera Maria Xavier dos Santos. São Paulo: EDUSC, 2004.
JEAN, Georges. A escrita: memória dos homens. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
KARNAL, Leandro (coord. ed.). A escrita da memória. Tradução de Thomas Donaldson. São Paulo: Instituto Cultural Banco Santos, 2004.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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2. INTRODUÇÃO À SEMIÓTICA APLICADA EM PINTURAS
EMENTA
Apontar alguns princípios teórico-metodológicos da semiótica de Peirce, ilustrando-os em análises pictográficas.
BIBLIOGRAFIA
JOLY, Martine. Introdução à análise da imagem. 6. ed. Campinas: Papirus, 2003.
PEIRCE, Charles Sanders. La ciência de la semiótica. Buenos Aires: Nueva Visión, 1974.
SANTAELLA, Lucia & NÖTH, Winfried. Imagem: cognição, semiótica, mídia. 3. ed. São Paulo: Iluminuras, 2001.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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3. PRINCÍPIOS AOS ESTUDOS DA LINGUAGEM: RELAÇÕES ENTRE PALAVRAS E IMAGENS
EMENTA
Promover a compreensão de alguns conceitos fundamentais advindos dos estudos da linguística, sobretudo os de Ferdinand de Saussure, buscando traçar relações entre o texto escrito e o imagético.
BIBLIOGRAFIA
BOUQUET, Simon. Introdução à leitura de Saussure. São Paulo: Editora Cultrix, 2004.
CRUZ, Marcio Alexandre. A filologia saussuriana: debates contemporâneos. Alfa: São Paulo, v 53, n 1, p. 107-126, 2009.
SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de lingüística geral. Albert Sechehaye; Charles Bally (Orgs.). Tradução de José Paulo Paes. São Paulo: Cultrix, 2006.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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4. SÍNTESE HISTÓRICA E SEMIÓTICA DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS
EMENTA
Sintetizar o percurso histórico das histórias em quadrinhos, bem como mobilizar subsídios teórico-metodológicos advindos da semiótica, em especial a de McCloud, ilustrando-os em análises de HQ’s.
BIBLIOGRAFIA
EISNER, W. Quadrinhos e arte seqüencial. 3. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
McCLOUD, S. Desvendando os quadrinhos: historia, criação, desenho, animação, roteiro. São Paulo: Makron Books, 1993.
MOYA, A. de. Historia da historia em quadrinhos. 2. ed. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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5. CONCEPÇÕES DIALÓGICAS DE BAKHTIN À CRIAÇÃO ESTÉTICA DA IMAGEM
EMENTA
Refletir aspectos sobre a concepção dialógica de discurso apregoada por Bakhtin, aplicados em obras imagéticas de cunho estético-artísticas.
BIBLIOGRAFIA
BAKHTIN, Mikhail. Marxismo e filosofia da linguagem. 12 ed. São Paulo: Hucitec, 2009.
_____. Questões de literatura e de estética: a teoria do romance. 6 ed. São Paulo: Hucitec, 2010.
BAKHTIN, Mikhail; VOLOCHÍNOV, V. Palavra na vida e na poesia: introdução ao problema da poética sociológica. In: BAKHTIN, Mikhail. Palavra própria e palavra outra na sintaxe da enunciação. São Carlos: Pedro & João Editores, p. 147-181, 2011.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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6. APONTAMENTOS DA TEORIA BAKHTINIANA NA ANÁLISE IMAGÉTICA DOS GÊNEROS DISCURSIVOS
EMENTA
Delinear a concepção bakhtiniana de gênero do discurso no movimento da criação estética, aplicando aspectos dessa teoria em análises de imagens fixas e na criação teatral.
BIBLIOGRAFIA
BAKHTIN, Mikhail. A cultura popular na Idade Media e no Renascimento: o contexto de Francois Rabelais. Tradução de Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec, 2008.
_____. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
SOBRAL, Adail. Do dialogismo ao gênero: as bases do pensamento do círculo de Bakhtin. São Paulo: Mercado das Letras, 2009.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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7. RETRATOS SOBRE A ESTÉTICA DA CRIAÇÃO NA FOTOGRAFIA
EMENTA
Apresentar aspectos sobre como a linguagem imagética pode ser apreendida em fotografias, tendo em vista os dispositivos da estética da criação, em particular, como os compreende Jacques Aumont e Philippe Dubois.
BIBLIOGRAFIA
AUMONT, Jacques. A Imagem. Campinas: Papirus, 7. ed. 2002.
DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico. São Paulo: Papirus, 1990.
SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo: uma introdução à história, às técnicas e à linguagem da fotogra?a na imprensa. Portugal: Porto Editora Ltda., 2002. Disponível em: . Acesso em: 29 nov. 2011.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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8. TÓPICOS ESPECIAIS I: IMAGEM FIXA
EMENTA
Ponderar sobre os estudos da linguagem aplicados a análise de imagens, tendo em vista a: Semiologia histórica, História cultural, Ciência da informação e Filosofia da linguagem.
BIBLIOGRAFIA
BARTHES, Roland. A retórica da imagem. In: BARTHES, Roland. O óbvio e o obtuso. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, p. 27-43, 1990.
CHARTIER, Roger. Do livro à leitura. In: CHARTIER, Roger (Org.). Práticas da Leitura. São Paulo: Estação Liberdade, p. 77-105, 1996.
MOLES, Abraham Antoine. Teoria da informação e percepção estética. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro; Brasília, DF: Editora da UNB, 1987.
BAKHTIN, Mikhail; VOLOCHÍNOV, V. Palavra na vida e na poesia: introdução ao problema da poética sociológica. In: BAKHTIN, Mikhail. Palavra própria e palavra outra na sintaxe da enunciação. São Carlos: Pedro & João Editores, p. 147-181, 2011.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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9. BREVE HISTÓRIA DAS IMAGENS DOS OBJETOS CULTURAIS: LIVROS E FOLHETINS
EMENTA
Compreender, por meio de aspectos teóricos da História cultural, determinadas relações existentes entre as imagens e as palavras, tendo em vista alguns objetos midiáticos, em particular os livros e folhetins, e como isso veio se constituindo e se instaurando socialmente nas relações entre produtores e leitores.
BIBLIOGRAFIA
BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. 2. ed. Rio de Janeiro: Zahar Editora, 2006.
CHARTIER, Roger. A história cultural: entre práticas e representações. Tradução de Maria Manuela Galhardo. Lisboa: Editora Difel, 1990.
MANGUEL, Alberto. Lendo imagens: uma história de amor e ódio. Tradução de Rubens Figueiredo. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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10. OLHARES DISCURSIVOS DE MAINGUENEAU NA IMAGEM MIDIÁTICA
EMENTA
Focar a imagem sob o ponto de vista do discurso, como o vê Dominique Maingueneau, aplicando aspectos de sua proposta em análises midiáticas visuais.
BIBLIOGRAFIA
MAINGUENEAU, Dominique. Cenas da enunciação. Sirio Possenti; Maria Cecilia Pérez de Souza Silva (Orgs.). São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
_____. Gênese dos discursos. Tradução de Sírio Possenti. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.
_____. A propósito do Ethos. In: MOTA, Ana Raquel; SALGADO, Luciana. Ethos discursivo. São Paulo: Editora Contexto, p. 11-29, 2008.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo I, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem fixa”.
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11. REFLEXÕES SOBRE A LEITURA DA IMAGEM FIXA
EMENTA
Tecer reflexões, por meio de sínteses, sobre as propostas teóricas de leituras na imagem fixa, que foram expostas até então, objetivando a fixação e avaliação desses conhecimentos nos alunos.
BIBLIOGRAFIA
CURCINO, Luzmara. Princípios de não-homologia entre o verbo e a imagem: breve análise de uma estratégia de escrita da mídia. In: Revista Estudos Linguísticos, (Organizado pelo Grupo de Estudos Lingüísticos do Estado de São Paulo). Campinas, número 3, vol. 40, 2011.
Miguel, Maria Lúcia Cerutti. A fotografia como documento: uma instigação à leitura. In: ACERVO: Revista do Arquivo Nacional. Rio de Janeiro, Arquivo Nacional, p. 121-132, 1993.
MIOTELLO, Valdemir. O diferente sou eu para o outro. Teses sobre a alteridade rascunhadas à sombra e à luz de Bakhtin. ATHANOR: Semiotica, Filosofia, Arte, Letteratura. Milano: Mimesis Edizioni, v. XXI, p. 275-278, 2011.
PIOVEZANI, Carlos. Sons e sentidos na Análise do discurso: os signos da voz à luz da Semiologia histórica. In: SARGENTINI, Vanice; CURCINO, Luzmara; PIOVEZANI, Carlos (Orgs.). Discurso, Semiologia e História. São Carlos: Claraluz, p. 127-142, 2011.
POSSENTI, Sírio; BARONAS, Roberto Leiser. Contribuições de Dominique Maingueneau para a Análise do Discurso do Brasil. São Carlos: Pedro & João Editores, 2008.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação desta disciplina será realizada por meio de reflexões e discussões em sala de aula, sobre as leituras de textos sugeridos nas bibliografias das disciplinas deste módulo, inclusive os indicados acima, almejando a fixação dos conteúdos expostos.
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08 |
12. MÚLTIPLOS OLHARES PARA A HISTÓRIA DA LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA
EMENTA
Relacionar aspectos de teorias advindas da linguagem cinematográfica, considerando a diversidade intrínseca da sua historia, e privilegiando as propostas advindas de duas correntes teóricas: a do formalismo e a do documentário.
BIBLIOGRAFIA
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema: uma introdução. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, c.1989.
MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. São Paulo: Brasiliense, 2007.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. 2. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo II, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem em movimento”.
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13. O SINCRETISMO NA LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA
EMENTA
Compreender o sincretismo cinematográfico como uma complexidade que se estabelece por meio de relações intrassemióticas, construídas a partir das categorias específicas das linguagens visual, verbal e musical, e de relações intersemióticas, compostas pela interação entre essas linguagens.
BIBLIOGRAFIA
BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria Semiótica do Texto. São Paulo: Ática, 1990.
BEIVIDAS, Waldir. Semióticas sincréticas (o cinema): posições. Edições on-line, julho de 2006. Disponível em:
Acesso em: 21 de nov. 2011.
HERNANDES, Nilton. A trilogia Matrix: estratégias de enunciação sincrética em textos cinematográficos. In: Cadernos de Semiótica Aplicada, vol. 3, no 1, agosto de 2005. Disponível em: Acesso em: 21 de nov. 2011.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo II, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem em movimento”.
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12 |
14. DISCURSO, ARQUEOLOGIA E IMAGEM FÍLMICA
EMENTA
Elucidar alguns posicionamentos teórico-metodológicos de Michel Foucault, no que diz respeito ao seu entendimento sobre o discurso, a arqueologia e a história, observando alguns princípios desse autor em análises fílmicas.
BIBLIOGRAFIA
FOUCAULT, Michel. A arqueologia do saber. 7. ed. Tradução de Luiz Felipe Baeta Neves. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1998.
_____. A ordem do discurso. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
_____. As palavras e as imagens. In: Arqueologia das ciências e história dos sistemas de pensamento. (Org. e seleção de textos): Manoel Barros da Motta. Tradução de Elisa Monteiro. Rio de Janeiro: Forense Universitária, p. 78-81, 2000 (Coleção: Ditos & Escrito, v. 2).
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo II, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem em movimento”.
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15. PRINCÍPIOS E PRÁTICAS DA TEORIA ARQUEO-GENEALÓGICA NO DISCURSO AUDIOVISUAL
EMENTA
Compreender aspectos sobre o modo como os discursos audiovisuais, que também circulam hoje nas redes sociais da internet, são criados, compartilhados, editados, avaliados, selecionados, silenciados, classificados, tendo em vista as relações entre saber e poder, provenientes da teoria arqueo-genealógica de Foucault.
BIBLIOGRAFIA
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade I: a vontade de saber. Rio de janeiro: Graal, 1988.
GREGOLIN, Maria do Rosário. Análise do discurso e mídia: a reprodução de identidades. Comunicação, Mídia e Consumo, São Paulo, v. 4, n.11, p. 11-25, nov. 2007. Disponível em: . Acesso: 18 nov. 2011.
VEIGA-NETO, Alfredo. Coisas do governo... In: RAGO, Margareth; ORLANDI, Luiz B. Lacerda; VEIGA-NETO, Alfredo. Imagens de Foucault e Deleuze: ressonâncias nietzschianas. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 2002.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo II, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem em movimento”.
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16 |
16. TÓPICOS ESPECIAIS II: IMAGEM EM MOVIMENTO
EMENTA
Entender, considerando as distintas formações acadêmicas e teóricas dos docentes, alguns posicionamentos atuais para a análise da imagem em movimento.
BIBLIOGRAFIA
ABREU, Nuno César Pereira de. O olhar pornô: a representação do obsceno no cinema e no vídeo. Campinas: Mercado das Letras, 1996.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. Rio de janeiro: Graal, 1999.
NICHOLS, Bill. Introdução ao documentário. Campinas: Papirus, 2005.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo II, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem em movimento”.
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12 |
17. REFLEXÕES SOBRE A LEITURA DA IMAGEM EM MOVIMENTO
EMENTA
Refletir, por meio de sínteses, sobre as propostas de leituras da imagem em movimento, expostas até então, objetivando a fixação e a avaliação desses conhecimentos nos alunos.
BIBLIOGRAFIA
LEITE JR., Jorge. A pornografia ‘bizarra’ em três variações: a escatologia, o sexo com cigarros e o ‘abuso facial’. In: BENITEZ, Maria Elvira Diaz; FIGARI, Carlos Eduardo (Orgs.). Prazeres dissidentes. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.
GASPAR, Nádea Regina. Uma ordem no discurso audiovisual. In: MILANEZ, Nilton; GASPAR, Nádea Regina (orgs.). A (des)ordem do discurso. São Paulo: Contexto, 2010, p. 157-170.
SÁ NETO, Arthur Autran Franco. O cinema popular no documentarismo brasileiro contemporâneo. Olhar (UFSCar), São Carlos, v. 04, p. 144-153, 2002.
SANTOS, Fernanda Aline Moreira; RUIZ, Marco Antonio Almeida; SIGNORI, Mônica Baltazar Diniz. Pinceladas Semióticas. In: Fernanda Aline Moreira dos Santos, Marco Antonio Almeida Ruiz, Mônica Baltazar Diniz Signori, Fernanda. (Org.). Pinceladas Semióticas. São Carlos: Pedro & João Editores, 2011, v. 1, p. 9-22.
SEVERO, Cristine Gorski. Loucura(s) e família(s): análise de práticas discursivas. Dourados: Editora da Universidade Federal da Grande Dourados, 2009.
FORMA DE AVALIAÇÃO
Nesta disciplina os alunos realizarão exposições orais, na forma de seminários, embasados nas bibliografias das disciplinas deste módulo, inclusive essa.
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12 |
18. LINGUAGEM E DISCURSO NA INTERNET
EMENTA
Esclarecer sobre o processo de inscrição histórica dos sentidos de/sobre conhecimento, mobilizando conceitos da teoria do discurso para interpretar como sujeito e sentidos constituem-se mutuamente nas malhas da internet.
BIBLIOGRAFIA
ORLANDI, Eni Pulcinelli. Efeitos do verbal sobre o não-verbal. [S.l.: s.n.], [1993]. 16 p.
PACÍFICO, Soraya Maria Romano; ROMÃO, Lucília Maria Sousa. A memória e o arquivo produzindo sentidos sobre o feminino. Em Questão, Porto Alegre, v.12, n.1, p.73-90, jan./jun. 2006. Disponível em: . Acesso em: 25 nov. 2007.
PÊCHEUX, Michel. Semântica e discurso: uma crítica à afirmação do óbvio. 3. ed. Campinas: Editora da Unicamp, 1997. (Coleção Repertórios).
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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04 |
19. A LINGUAGEM NO MEIO DIGITAL: BLOGS, CHAT, PORTAIS E FLICKER
EMENTA
Conhecer as novas configurações que a imagem apresenta no contexto digital, o hibridismo da imagem com outros textos midiáticos, e como esses aspectos influenciam na percepção e recepção das imagens pelos leitores de blogs, chats, portais e no flicker.
BIBLIOGRAFIA
ALVES, Marco Antônio Sousa. Genealogia e crítica do direito autoral: colocando em questão o autor e as formas de fomento e proteção das criações intelectuais. Anais... Brasília-DF: XVII Congresso Nacional do CONPEDI, 20, 21 e 22 de Nov, p. 6452- 6468, 2008.
FERRARI, Pollyana; MARTINEZ, Adriana González. Hipertexto hipermídia: as novas ferramentas da comunicação digital. São Paulo: Editora Contexto, 2007.
JOHNSON, Steven. Cultura da interface: como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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08 |
20. NARRATIVA TRANSMÍDIA
EMENTA
Perceber a narrativa transmídia e suas manifestações em múltiplas plataformas de mídia, a criação de universos narrativos expandidos e as estratégias de marketing envolvidas neste processo, analisando estudos de casos de projetos transmídia realizados ou em andamento.
BIBLIOGRAFIA
DENA, Christy. Transmedia Practice: theorising the practice of expressing a fictional world across distinct media and environments. Thesis (Degree of Doctor of Philosophy). School of Letters, Art and Media. Digital Cultures Program, University of Sydney, Australia, 2009.
ECO, Umberto. Viagem na irrealidade cotidiana. São Paulo: Nova Fronteira, 1984.
JENKINS, Henry. Cultura da convergência. 2. ed. São Paulo: Aleph, 2009.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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12 |
21. CINEMA E VÍDEO EM 3D E SUAS IMPLICAÇÕES NA LINGUAGEM AUDIOVISUAL
EMENTA
Compreender aspectos sobre a estereoscopia, refletindo sobre a capacidade humana de percepção da profundidade de campo, tendo em vista: realizar um breve histórico sobre o tema, elucidar aspectos tecnológicos e conceituais do processo de produção e finalização da imagem estereoscópica em movimento nos suportes vídeo e filme com ênfase nos atuais formatos digitais, e observar trechos de algumas obras para a análise da linguagem.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, Leonardo; DOLOSIC, Pedro; Ribeiro, RIBEIRO, Djalma J. Vídeo digital estereoscópico: aspectos tecnológicos e implicações na narrativa. In: Revista de Radiodifusão: Congresso SET - Broadcast&Cable. São Paulo: EMBRASEC - Editora & Eventos, v. 03. p. 338-345, 2009.
MENDIBURU, Bernard. 3D Movie making, stereoscopic Digital Cinema from Script to Screeen. Nova York: Focal Press / Elsevier, 2009.
ZONE, R. Stereoscopic cinema and the origins of 3-D film: 1838–1952. The University Press of Kentucky, 2007.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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16 |
22. LINGUAGEM IMAGÉTICA, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA
EMENTA
Promover reflexões sobre a relação entre linguagens e tecnologias no contexto educacional, destacando e relacionando elementos conceituais como a linguagem, o discurso tecnológico, modos de aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo, no contexto da sociedade grafocêntrica digital, da telemática e da educação virtual.
BIBLIOGRAFIA
MILL, Daniel. Escritos sobre educação e tecnologias emergentes: desafios e possibilidades para ensinar e aprender na contemporaneidade. São Paulo: Paulus, 2011 (prelo).
PARENTE, André. Imagem máquina: a era das tecnologias do virtual. São Paulo: Ed.34, 1999.
VIGOTSKI, Lev Semenovich. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 6.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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12 |
23. TÓPICOS ESPECIAIS EM IMAGENS DIGITAIS
EMENTA
Elucidar os fundamentos de formação e análise de imagens digitais. Conceito de imagens: vídeo, digitalizada e binária. O processo de captura de imagens. Parâmetros de tratamento de imagens. Melhoria na qualidade da imagem em níveis de cinza: ajustes, correções e filtros. Segmentação de imagens. Processamento binário: transformações e operações morfológicas. Apresentação do processo de análise de imagens, seus objetivos e princípios de análise de imagens. Uso de softwares de análise de imagens. Algumas aplicações.
BIBLIOGRAFIA
GONZALEZ, Rafael C.; WOODS, Richard E. Processamento de Imagens Digitais. São Paulo: Edgard Blücher Ltda, 2000.
HOFFMANN, Wanda Aparecida Machado; Ishikawa, Tomaz Toshimi. Analise de imagens de estruturas de materiais, [Apostila], PPG-CEM/PPGCTS UFSCar, 2011.
RUSS, John C. The Image Processing Handbook. CRC Press - IEEE Press, 3 edition, 1998.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação dos alunos nesta disciplina, assim como as demais oferecidas no Módulo III, ocorrerá ao término deste módulo, em um momento específico para essa finalidade, na disciplina “Reflexões sobre a leitura da imagem na sociedade virtual”.
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08 |
24. REFLEXÕES SOBRE A LEITURA DA IMAGEM NA SOCIEDADE VIRTUAL
EMENTA
Refletir, por meio de sínteses, sobre as propostas de leituras da imagem no meio digital, expostas até então, objetivando a fixação e a avaliação desses conhecimentos nos alunos.
BIBLIOGRAFIA
ANDRADE, Leonardo; DOLOSIC, Pedro; GOULARTE, R. Construção de uma base de vídeos estereoscópicos. São Carlos: Relatório Técnico, Nr. 351, ICMC-USP, 2010.
ROMÃO, Lucília Maria de Sousa; GALLI, Fernanda Correa Silveira. Rede eletrônica: sentidos e(m) movimento (Orgs). São Carlos: Pedro e João Editores, 2011.
MILL, Daniel; FAVACHO, André. Funções do discurso tecnológico na sociedade contemporânea. Pro-Posições, v.18, n.2 (53), 2007, p.197-214.
ALTAFINI, Thiago; GAMO, Alessandro. Web-séries no contexto dos universos narrativos expandidos. In: Revista Geminis: Ficção audiovisual seriada. n.1, v.1, jul.- dez., p.43-52, 2010.
FORMA DE AVALIAÇÃO
Nesta disciplina os alunos entregarão aos docentes, individualmente, uma resenha de algum dos textos derivados das bibliografias sugeridas neste módulo III, inclusive da indicada acima.
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25. PRINCÍPIOS E PROCEDIMENTOS DE ESCRITA PARA A PESQUISA CIENTÍFICA
EMENTA
Complementar a formação do aluno para a pesquisa científica, levando-o a compreender alguns princípios e procedimentos de escrita em trabalhos de cunho acadêmico.
BIBLIOGRAFIA
ALVES, Rubem. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e suas regras. 14 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2009.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 7 ed. São Paulo: Atlas, 2007.
VOLPATO, Gilson Luiz. Bases teóricas para redação científica: ...por que seu artigo foi negado? São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
FORMA DE AVALIAÇÃO
O conteúdo desta disciplina tem por objetivo subsidiar os alunos na elaboração normativa da escrita das monografias, deste modo, a avaliação da mesma será feita na disciplina “Seminários em Discurso e Leitura da Imagem”.
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26. ENCONTROS DE ORIENTAÇÃO
EMENTA
Fomentar e acompanhar discussões coletivas, auxiliando os alunos no processo de elaboração e reelaboração dos seus trabalhos de pesquisa, tendo em vista: o recorte do tema, a adequação da abordagem teórico-conceitual aplicada em análises midiaticas imagéticas.
BIBLIOGRAFIA
Embora os encontros de orientação dessa disciplina sejam coletivos, a bibliografia sugerida para ela será indicada em comum acordo com o orientador, tendo em vista a temática e os pressupostos teórico-metodológicos e analíticos de cada trabalho de pesquisa.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação será realizada por meio da participação ativa dos alunos nas discussões sobre a elaboração das suas monografias, tendo em vista a elaboração da: Introdução, Justificativa, Procedimentos teóricos e metodológicos, Aplicação no corpus de análise, Resultados e Bibliografia.
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28 |
27. SEMINÁRIOS EM DISCURSO E LEITURA DA IMAGEM
EMENTA
Nesta disciplina, todos os alunos assistirão as apresentações orais das monografias finais, que serão realizadas por bancas de docentes, escolhidas previamente a este momento pelos orientadores e alunos.
BIBLIOGRAFIA
A bibliografia sugerida para o trabalho final do aluno será escolhida em comum acordo com o orientador, tendo em vista a temática e os pressupostos teórico-metodológicos e analíticos de cada trabalho de pesquisa.
FORMA DE AVALIAÇÃO
A avaliação desta disciplina será realizada em duas etapas, que se complementam. A primeira é a apresentação oral, em sessão pública, da monografia da pesquisa, que será avaliada por uma comissão designada pelo coordenador do curso, composta por pelo menos dois docentes, cujo tema e a perspectiva teórico-metodológica e analítica, devem ser pertinentes ao que foi discutido e acompanhado nas disciplinas anteriores deste módulo, sobretudo em “Encontros de Orientação”. Na segunda etapa, o aluno deverá entregar um trabalho escrito ao orientador de 15 a 20 páginas, que poderá ou não ser submetido para apreciação do Conselho Científico de alguma revista sobre o tema, e será este Conselho que julgará a possibilidade ou não de publicação da pesquisa.
Essas duas etapas representarão requisitos obrigatórios para a obtenção do Certificado de Conclusão do Curso de Especialização em: “Discurso e Leitura de Imagem”.
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32 |
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420h |
Será considerado aprovado o aluno que cumprir todas as etapas acima, e obtiver nota mínima igual ou superior a 7,0 (sete) nas disciplinas e na monografia final. As notas finais serão atribuídas na forma de conceitos: A =Excelente (9,0 a 10,0), B = Bom (8,0 a 8,9), R = Regular (7,0 a 7,9), I= Incompleto (0,0 a 6,9).